Estendal da arte
domingo, 29 de janeiro de 2012
Obras de Paula Rego expostas em Paris
Paula Rego expõe pela primeira vez em França, a exposição da pintora pode ser vista na Fundação Calouste Gulbenkian em Paris.
Fonte:[http://tv1.rtp.pt/]
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domingo, 15 de janeiro de 2012
INSTRUÇÕES PARA VOTAR NO MOVIMENTO “EM DEFESA DA EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA”
Apevt – Associação Nacional de Professores de EVT
Para além das instruções dadas, aqui fica um pequeno vídeo tutorial com 8 minutos e 30 segundos a explicar como APOIAR o movimento “EM DEFESA DA EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA”
NAS VOSSAS ESCOLAS AJUDEM TODOS OS COLEGAS A VOTAR E A APOIAR O NOSSO MOVIMENTO.
PARTILHEM e ajudem todos a APOIAR!
http://youtu.be/_CNEGW2shvo
INSTRUÇÕES PARA VOTAR NO MOVIMENTO “EM DEFESA DA EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA”
Para PARTILHAR a TODOS e divulguem com estas instruções para ser mais fácil e cuidado, estamos em primeiro mas a perder muita vantagem. URGENTE, nas Escolas dizer a todos os colegas de EVT, e de todas as disciplinas para APOIAR. Ajudem os colegas no processo de registo e apoio ao movimento.
1. Aceder a este endereço: http://www.portugal.gov.pt/pt/perfil.aspx e depois fazer o REGISTO no Portal do Governo;
2. Aceder ao vosso email e que indicaram no registo no Portal e validar o registo carregando no link que aparece no texto da mensagem;
3. Aceder à página do movimento neste endereço http://www.portugal.gov.pt/pt/o-meu-movimento/ver-movimentos.aspx?m=107;
4. No canto superior direito da página, carregar onde diz LOGIN. Abre-se uma pequena janela onde devem indicar o vosso registo no Portal do Governo – email e password;
5. Finalmente, na página do nosso movimento, http://www.portugal.gov.pt/pt/o-meu-movimento/ver-movimentos.aspx?m=107, no final do texto de apresentação já vos deve aparecer o botão APOIAR. Carregar nesse botão e, já está!
NOTA: Podem fazer a interligação da vossa conta no Facebook ao Portal do Governo mas essa opção não permite apoiar, apenas e só recomendar a página do movimento. Isso não conta como apoio ao movimento.
APEVT
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Em defesa da Área Artística e Tecnológica no 2º Ciclo do Ensino Básico
ENCONTRO NACIONAL
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PROFESSORES
DE EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA
POSIÇÃO SOBRE A PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR
Em defesa da Área Artística e Tecnológica no 2º Ciclo do Ensino Básico
A proposta de revisão curricular trás consigo inúmeros problemas que não se circunscreve à disciplina de Educação Visual e Tecnológica. Por isso estranha-se a:
(i) Omissão de estratégias e calendários da uma revisão curricular “que abre caminhos a reformas curriculares mais profundas…”;
(ii)Total ausência de propostas para o 1º ciclo - coadjuvação ao professor generalista, promoção da equidade na escola pública com a colocação de professores nas AEC’s pelo ME, apoio ao estudo, etc.;
(iii) Inconsistência no entendimento da educação tecnológica e do papel das TIC como disciplina curricular do 2ºciclo;
(vi) Inadequação do tempo previsto para desenvolver as finalidades que cabem à Educação Tecnológica no 3º ciclo, agravada sem opção no 9ª ano, (se atendermos à realidade nacional - índices de abandono da escolaridade básica, níveis de formação e perfis requeridos para a inserção dos jovens na vida activa, é completamente inaceitável).
Porém, a degeneração curricular, consubstanciada na destruição da disciplina / área educativa central no desenvolvimento integral da criança e na animação socioeducativa da comunidade, assim como a ausência de avaliação de um modelo experienciado com sucesso, obriga-nos a uma análise mais vasta e uma posição de intervenção muito exigente, que vise a consubstanciação de medidas que considerem as nossas propostas, elaboradas na base do conhecimento real dos problemas educativos e da gestão dos seus recursos.
Efectivamente, a disciplina de Educação Visual e Tecnológica (EVT) surgiu em 1989 com a Reforma da Reorganização Curricular e generalizou-se a todas as escolas do país, no ano letivo de 1992/93, depois da aprovação definitiva do programa da disciplina.
Antes da criação da disciplina de EVT, e desde o ano letivo de 1974/75, fizeram parte da estrutura básica do Currículo do Ciclo Preparatório as disciplinas de Educação Visual, com dois tempos letivos e um docente, e Trabalhos Manuais, com quatro tempos letivos e dois docentes (um total de seis tempos letivos e três docentes). Estas duas disciplinas deixariam de existir com a versão final (em 1989) do plano curricular do 2º Ciclo do Ensino Básico, tendo ocupado o espaço curricular a disciplina de EVT com cinco tempos letivos e dois docentes.
No ano letivo de 2001, com a Reorganização Curricular do Ensino Básico, a disciplina de EVT mantém o regime de docência (par pedagógico) mas vê, mais uma vez, reduzida a sua carga horária passando assim de cinco para quatro tempos letivos.
Neste momento, e após duas décadas a fazer parte da estrutura curricular do 2º Ciclo do Ensino Básico, a disciplina de EVT encontra-se, numa situação muito vulnerável pois a proposta base da revisão da estrutura curricular apresentada pelo Ministério da Educação, em dezembro de 2011, propõe a sua eliminação e a criação das disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica/TIC. Uma eliminação, sem justificação epistemológica, psicopedagógica e paradoxalmente económica.
A concretizar-se esta proposta, poder-se-á dizer que se está perante aquilo que se pode designar de “a dissolvência da área artística e tecnológica no 2º Ciclo do Ensino Básico” pois a eliminação da disciplina de EVT e, mais uma vez, a redução da carga horária e do número de docentes implicados na docência desta área representam isso mesmo.
Assim sendo, os professores de EVT, oriundos de todo o país, de escolas do ensino público e também privado e cooperativo, presentes neste encontro, assumem o compromisso de honra de lutar intransigentemente na defesa da educação artística e tecnológica e da estabilidade socioprofissional dos seus docentes, apelando à comunidade social e educativa para uma solidariedade activa na defesa da educação integral para todos.
Uma proposta base de estrutura curricular incoerente e geradora de perturbações no sistema educativo.
Após uma década sem qualquer proposta/intervenção ao nível da estrutura curricular do Ensino Básico, eis que no espaço de um ano, por governos diferentes, são propostas/concretizadas várias alterações. O interessante, é verificar que ambos os governos argumentaram as alterações propostas como sendo uma mais-valia para a Educação sem, no entanto, apresentarem quaisquer estudos que o demonstrem.
Mas mais interessante, ainda, é constatar que esta forma de propor alterações sem a apresentação de estudos, tenha sido criticada pelo Dr. Pedro Passos Coelho e que neste momento, como Primeiro Ministro, aceite esse mesmo procedimento. Na altura, quando a então Ministra da Educação, Isabel Alçada, propunha a eliminação do par pedagógico em EVT, o actual Primeiro Ministro, Dr. Pedro Passos Coelho considerava que deveriam ser exigidos estudos que comprovassem que a reformulação curricular era pedagogicamente exigida. Aliás, sobre essa mesma proposta e no que diz respeito à eliminação do par pedagógico na disciplina de EVT, Dr. Pedro Passos Coelho proferiu (aquando da sua passagem pelo Peso da Régua e da entrega da carta aberta pela APEVT) as seguintes palavras: ”Nós não conhecemos nenhum estudo pedagógico que conduza a isto, mas como a Ministra diz que não se trata nem de dispensar pessoal como diz também que não é uma reforma mais vasta, que é apenas, digamos, um ajustamento que decorre da avaliação pedagógica do exercício desta da cadeira, nós queremos conhecer então, qual é a experiência pedagógica que está subjacente a isso…”
Também o Dr. Paulo Portas, dia sete de Fevereiro do corrente ano afirmava, referindo-se à disciplina de EVT e à extinção do par pedagógico, que “ … Nem a educação para a sensibilidade é um tema menor, nem a educação para a inovação é um tema secundário. São até determinantes numa escola com espirito contemporâneo e que e preocupa com a empregabilidade dos jovens. A forma como o governo quer fazer as coisas, para além de tratar milhares de professores como descartáveis atirando-os para o desemprego, empobrece os alunos. Estas matérias não são detalhes corporativos; têm a ver com os conteúdos e modelos de escola. “
Da mesma forma, não chega o Sr. Ministro da Educação fazer afirmações como a de que a redução da dispersão curricular constituiu um dos principais pressupostos aquando da elaboração da proposta base da revisão da estrutura curricular e que nessa mesma proposta se tenha eliminado a disciplina de EVT e criado as disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica/TIC. Também não é por estar constantemente a afirmar que existem disciplinas essenciais que se vai aceitar esta proposta, até porque isso significaria um retrocesso no entendimento de que existem “apenas” disciplinas cada uma com a sua especificidade mas que globalmente, contribuem para uma educação integral.
Mudam-se os tempos mudam-se as vontades mas, porque é de todo relevante que a comunidade educativa e a sociedade em geral, compreendam as reais razões que conduziram a esta proposta base de revisão curricular e o que está em causa, a APEVT solicita ao Ministério da Educação que:
(i) Justifique, através da apresentação dos estudos efectuados, a razão da eliminação da disciplina de EVT e a criação das disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica/TIC;
(ii) Clarifique a proposta apresentada, através de respostas a TODAS as questões que lhe forem colocadas;
(iii) Divulgue um calendário do processo de revisão/implementação, que decline precipitações e que tenha em conta que do futuro da educação, dependerá o futuro do País.
A APEVT refere ainda, que a atitude intempestiva desta medida para além de representar uma perda enorme na qualidade do ensino da área artística e tecnológica, desencadeia uma profunda desmotivação e instabilidade emocional e profissional.
A disciplina de EVT - Sinopse de uma realidade
A EVT é o último elo de uma evolução histórica das Artes e dos Ofícios como disciplinas curriculares e o ponto de encontro com as tendências do ensino artístico das últimas décadas. Desbarata-se a ideia integradora de EVT e ao fazê-lo perde-se a exploração sensorial das possibilidades físicas do material e sua transformação.
Hoje existem professores de EVT (com grupo próprio e escolas que os formam). Vinte anos após a integração, com a disciplina finalmente estabilizada, com professores do grupo 240, pretender justificar a sua separação com base na ideia de formações específicas em função das componentes da disciplina é um esbanjamento e uma depreciação à formação inicial ministrada pelas Escolas Superiores de Educação durante todos estes anos e com mestrados ainda em curso.
O regime de docência, par pedagógico em EVT fundamenta-se na base das características práticas e experimentais da disciplina e não na formação dos professores em função das componentes estruturantes de EVT.
O programa de EVT tem pressupostos integradores das matérias de ensino (Estrutura: a estrutura que se observa, a estrutura que se constrói; Cor: a Cor que se percepciona, a tinta com que se pinta; Movimento: o Movimento aparente que se expressa, o movimento real que se produz…), isto é põe “em prática as explorações plásticas que utilizam intencionalmente os elementos visuais em articulação com os instrumentos específicos do mundo técnico e da acção sobre ele…”
A abordagem da componente tecnológica em contexto de aula exige uma metodologia de leccionação disciplinar em contexto de projecto, pois se assim não for, estamos perante actividades experimentais das ciências aplicadas ou simples exercícios de manualidades, o que constituiria um retrocesso na qualidade de ensino nesta área.
Por tudo o que foi dito defendemos a MANUTENÇÃO DA DISCIPLINA DE EVT NO 2º CICLO do ENSINO BÁSICO, promovendo a integração disciplinar, um modelo de sucesso e de melhoria da qualidade do ensino aprendizagem. Combateremos contra uma proposta curricular incoerente e geradora de perturbações no sistema educativo.
Aveiro 7 de Janeiro de 2012
domingo, 27 de novembro de 2011
Uma Questão de Azul-Escuro
terça-feira, 20 de setembro de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Hold Your Horses - 70 milhões
segunda-feira, 25 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
O PONTO
“Nesta inspiradora e cativante história, Reynolds demonstra o poder
de um pequeno encorajamento. Uma narrativa textual e pictórica
mínima traduzem a frustração de Vera que amua junto à sua folha
em branco no final da aula de desenho: “Eu não sei desenhar!”
A professora sabiamente responde: “Tenta fazer uma marca qualquer
e vê onde ela te leva.” A renitente rapariga pega num marcador
e crava-o na folha fazendo um pequeno ponto. A professora devolve
a folha à Vera e, com uma voz meiga, pede: “Agora, assina.”.
Quando a Vera regressa na semana seguinte, encontra o seu
desenho assinado pendurado por cima da secretária da professora,
o que inspira a potencial artista a voos mais altos. Algumas páginas
mais tarde, são-nos revelados os inúmeros pontos da Vera (até
mesmo uma pequena escultura com o mesmo motivo) na exposição
de arte da escola, onde um rapaz a elogia por ser uma “artista
incrível”. Quando ele insiste na ideia de não saber desenhar, a
Vera vai emular a professora no seu exemplo de encorajamento.
Feitas em aguarela, tinta e chá, as simples e delicadas ilustrações
de Reynolds exalam frescura e um tom quase infantil. Oferecendo
um raro equilíbrio entre subtileza e hipérbole, este álbum de
pequeno formato dará aos jovens artistas mais reticentes o estímulo
e o encorajamento necessários à espontaneidade na sua expressão
artística. Reynolds consegue exactamente o mesmo que a sua
personagem principal: criar um trabalho notável a partir de inícios
enganadoramente simples."Publishers Weekly
Fonte:[http://www.brincolivro.pt/]